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BiotechTown recebe a primeira turma de startups

Na foto aparecem cerca de 30 pessoas em um jardim, com as mãos pra cima, como se estivessem comemorando. Todas estão vestidas com a camisa do BiotechTown. Nas camisas está escrito "fom lab to life".

BiotechTown recebe a primeira turma de startups

Welcome Session

O BiotechTown, hub de inovação que investe e desenvolve negócios do setor de biotecnologia e ciências da vida, recebe a primeira turma de startups para seu Programa de Desenvolvimento de Negócios. Empreendedores de diferentes regiões do país integram as 13 startups que apresentam soluções inovadoras em diversas áreas, como tecnologias para saúde humana e animal, alimentos, bioingredientes, bioinformática, aplicativos e plataformas, entre outras. Clique aqui e conheça as startups participantes.

Na foto aparecem cerca de 30 pessoas em um jardim, que fazem parte da primeira turma de startups investidas pelo BiotechTown. Todos estão com as mãos pra cima, como se estivessem comemorando, e estão vestidas com a camisa do BiotechTown. Nas camisas está escrito "fom lab to life".

Primeira turma de startups do BiotechTown durante o evento de Welcome Session

 

Os projetos foram selecionados por meio de chamada. O programa é dividido em três etapas e tem uma metodologia especializada, com expertise técnica, que considera as peculiaridades e necessidades das startups do setor. A primeira etapa é o BioSprint, com duração de quatro semanas, em que serão elaborados o diagnóstico e o plano individual de cada startup. Em seguida, serão selecionadas as startups que seguirão para a segunda etapa — BioRun, que consiste em 11 meses de intensa capacitação, desenvolvimento do produto, network e conexão com o mercado, investidores e rede de parceiros do BiotechTown, orientação à internacionalização e um atendimento customizado para cada empresa. Nessa fase, cada startup poderá receber um investimento até R$ 150 mil.

Todas as startups que passarem pela segunda etapa, ao seu final, continuarão recebendo apoio e suporte do BiotechTown. Esse período, após a etapa de desenvolvimento, foi chamado de BioFellow e é considerada a fase final de participação do BiotechTown junto aos negócios investidos. “A expectativa é que as startups participantes atinjam um novo patamar operacional e estejam preparadas para terem sucesso no mercado”, diz Pedro Vidigal, CEO do BiotechTown.

Do Brasil para Minas: soluções em prol da sociedade

Fazem parte desta primeira turma do Biotechtown startups de várias cidades do Brasil, todas com perspectivas de sucesso e com um propósito em comum: desenvolver soluções inovadoras para impactar a vida das pessoas. Arthur Scalzitti Duarte, da startup DermTech (Insilicall), veio com a equipe de Goiânia (GO) para participar do programa: “Acreditamos na metodologia desenvolvida, pois sabemos que ela foi criada com base em outros programas com chancela do ecossistema de inovação de Minas Gerais, onde centenas de startups já obtiveram sucesso. Todos esses fatores, aliados a um capital semente considerável, uma estrutura física e de pessoal exemplar onde esperamos uma grande conexão com o mercado, nos deixam motivados para desenvolver a DermTech por aqui”.

Reconhecendo a referência do estado e o potencial da oportunidade, Elias Gallina e Fernanda Matias, da startup Meltech (Ka’auy), afirmam que esse é um marco na empresa, não somente no aspecto empresarial, mas também no social: “Estarmos aqui vai mudar todo ecossistema de inovação de Mossoró (RN)”.

“A integração com o Biotechtown trará uma evolução muito significativa ao meu negócio, considerando o alto nível dos mentores e o investimento nas áreas que mais precisamos. O Jade é um aplicativo que usa de inteligência artificial para contribuir no desenvolvimento de crianças autistas e com síndrome de down. Com certeza ajudaremos muitas famílias com o novo Jade!”, diz o CEO do Jade Autism, Ronaldo Cohim, que veio da cidade de Vitória, Espírito Santo.

Para Paulo Borges, diretor executivo responsável pelo Programa de Desenvolvimento de Negócios, as soluções que estão sendo desenvolvidas pelas startups são fundamentais para a construção de uma sociedade melhor e mais saudável. “Se conseguirmos resolver as principais dificuldades das empresas de biotecnologia, vamos fazer com que mais produtos de saúde humana e animal, diagnóstico, entre outros, cheguem ao mercado, melhorando a qualidade de vida das pessoas”, garante Paulo.

 

BiotechTown

Localizado em Nova Lima, um dos principais polos de inovação de Minas Gerais, o BiotechTown é um complexo integrado que fornece ambiente e recursos necessários para apoiar desde o desenvolvimento de produtos, registros, produções iniciais até a inserção dos produtos no mercado nacional e internacional. De acordo com Pedro Vidigal, a infraestrutura do espaço foi pensada para atender exatamente às necessidades dos pesquisadores e empreendedores. “As startups de ciências da vida e biotecnologia são intensivas em hard science e precisam de um investimento grande em infraestrutura. O objetivo do Biotechtown é dar essa estrutura para que as empresas possam ir mais rápido para o mercado”, diz o CEO.

O Programa de Desenvolvimento de Negócios marca o início da atuação do BiotechTown, que ainda contemplará mais duas Unidades. Estão previstas para 2019, a implantação do laboratório aberto (Open Lab) e da planta produtiva (CMO), modelos que oferecerão equipamentos e profissionais para atender demandas empresariais que visam o desenvolvimento rápido de produtos e sua produção, minimizando os custos e investimentos das empresas.

“Essa iniciativa fomentará pesquisas, estruturação de negócios, criação de produtos e serviços; produção comercial; promoção de parcerias e lançamento de inovações para o mercado. O centro visa, também, ser a porta de entrada para empresas internacionais para o mercado latino-americano”, afirma o CEO do BiotechTown.

 

 

Confira o portfólio completo de startups investidas pelo BiotechTown.

Créditos: Assessoria BiotechTown e Fundep

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